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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Aleister Crowley, Sociedades Secretas e Sexualidade Bíblica



Aleister Crowley, Sociedades Secretas e Sexualidade Bíblica
 
       O ocultista mais famoso da história talvez seja Aleister Crowley, que ficou famoso por comportamento polêmico, por várias bandas de rock o admirarem, e por ter sido tratado de satanista, quando não era. Pois o satanismo surgiu com Lavey, mais recentemente e de “cristãos” descontentes. Já muitas foram as sociedades secretas que participou Perdurabo (Crowley), e notamos em tudo isso seu profundo conhecimento das religiões, do taoismo e da Bíblia, em seu aspecto místico. Em um capítulo de sua obra Liber Aleph, trata de sexualidade bíblica, o que é em muito favorável, a fim de interpretar alguns símbolos a que ortodoxos das religiões se dobram a explicam, mas que mesmo assim saem insatisfeitos. Notei a busca desses símbolos em meus sites, por via de pesquisa. Crowley não fez muito que refletir a tradição dos templários, illuminatis, e várias vertentes ocultistas, em especial da Aurora Dourada, onde a cabala é o centro dos estudos, e nada mais é que um judaísmo místico e quase pitagórico. Mas vamos aos símbolos.
 
   O primeiro deles é a rocha. Pensamos em que teria a ver uma rocha com Deus, numa região desértica? Surgem uma série de metáforas e juntamente a esse símbolo vem o “Braço” e mesmo a “coxa”. Deste último acaba surgindo a chave de interpretação, e do uso desses eufemismos para o que identifica o macho, ou o varão, que é seu falo. Por isso do juramento ser feito com a mão nesse local, e não em outro lugar do corpo. E a vida também surge daí, como tantos outros símbolos, como a “vara” de Moisés, o poste para curar picadas de serpentes e assim por diante. Apesar da tendência da Besta (Crowley) em sexualizar os símbolos, ao notarmos as civilizações antigas, percebemos que os hebreus não estavam à parte do mundo antigo, e que restaram esses eufemismos, muitas vezes colocados como “atributos” divinos, ou mesmo meras apresentações do milagre, como no caso da rocha a que Moisés tira água ou da serpente de bronze. 
 
   Quando presenciamos as diversas tradições, em especial do taoísmo e do hinduísmo, notamos que a sexualidade não está tão separada da religião. No judaísmo também se colocam várias regras referentes a sexualidade, mesmo na circuncisão do bebê, na proibição de se conhecer a nudez da irmã, no sacrifício de animais machos, no amor feito no shabat(sábado), no “conhecimento” bíblico (amor ou sexo). Assim Adão conheceu Eva e no meio dessa relação que apareceu a serpente, que é a visão animal do ato, sua “queda”. Essa energia, essa porção sutil no humano que os faz cair ou elevar-se, sua sublimação ou uso indiscriminado. Atualmente vemos o uso indiscriminado, mas não raro poucos notam a sacralidade do amor, de sua importância e da fertilidade, que é tão valorizada na Bíblia. Crowley apenas mostrou essa dinâmica, e mais que Freud sabia que a energia tem muito mais utilidade que apenas gerar filhos ou prazer. Tanto que sociedades secretas mais modernas, como a Astrum Argentum, criada pelo V.V.V.V.V., tentam levar o ser humano para sua “castidade” no amor, sem contudo negar sua natureza. Mas a importância que se dá ao tema é complementar, sendo a cabala o principal, e na yoga de exercício respiratório, meditação e outras, o mais requerido dos estudantes. Fato é que Crowley em muito refletiu o que aprendeu, e que apesar da fama, houve tantos outros com resultados parecidos ao dele, mas sem terem sido inspirados a escrever o Livro da lei, e tantos outros. Porém outros místicos forma perseguidos, e as acusações sempre surgem, pela falta de compreensão e mesmo pela intolerância religiosa. Vale que os símbolos ficam e que a vida não oculta a verdade, que vem muitas vezes pelo inconsciente, por sonhos e pelas leis que operam na natureza.  



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