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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Os três reis magos e seu aspecto místico



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Vemos com alegria os enfeites e a comemoração de Natal, relembrando sempre do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em especial, além de Papai Noel, que representa São Nicolau, vemos a representação dos reis magos do oriente, que vieram visitar esse menino, filho de Deus, quando seguiam uma estrela no céu. Os reis representavam nações do mundo, e se chamavam Baltazar, Gaspar e Melquior, e os presentes eram o incenso, a mirra e o ouro. Mas o simbolismo místico vai bem além desses detalhes, chegando a elemento de civilizações antigas, detalhes do corpo humano e mesmo aspectos astronômicos.

No mês de Dezembro os judeus comemoram a festa das luzes, Chanuká, e é um mês que se atribui milagres, não sendo estranho que nascesse Jesus nesse mês. Dezembro é representado pela constelação de Capricórnio, regido pela letra hebraica ain (Saturno) e bet (Capricórnio), que somam em número 72, que está ligado ao número de anjos e ao Nome de Deus, ao Pai, Aba, ou a esfera da cabala, Hokmá. Em resumo, um mês a se dedicar ao espiritual.

Já sobre os três reis magos, Gaspar era de Tarso, Melquior da Arábia e Baltazar de Sabá. Gaspar idoso, Melquior de meia-idade e Baltazar jovem. Os três representam o caminho da transmutação. Pensando no corpo humano, esses três reis magos representam os três pares adicionais de nervos na região sacra, que o diferencia dos animais, que têm 28. Por isso o homem sintoniza com o calendário solar, e diferente de uma raça antiga, que era lunar, de Atlântida. Assim os reis representam também épocas anteriores da humanidade, além da Atlântida, também a Lemúria e e atual, ariana. Mostram assim o caminho da evolução da alma e corpo.
 
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Por outro lado, o rei Herodes representa a natureza inferior, que quer matar o Cristo, seja o histórico, seja o interno, seja o cósmico. Essa natureza inferior, ou do ego, se preocupa com qualquer avanço do Cristo Interno, e do Espírito Santo através das pessoas, e assim consulta coisas do corpo, representadas pelos sacerdotes e escribas, a fim de combater essa Consciência Crística ou messiânica. E o oriente representa a cabeça, que guia aquele que deseja evoluir espiritualmente, em oposição ao ocidente, que simbolicamente é relacionado ao materialismo e descrença.

Já a estrela está naquele que se converte, no Novo Homem, que imita e vive o caminho de Cristo, seja espiritualmente, seja em seu corpo. Assim o ouro representa a sabedoria para esse caminho, o incenso a espiritualização do corpo, e a mirra a pureza. Trabalhando na evolução, e se diferenciando dos animais, ou do macaco, o homem usa os três pares adicionais de nervos, os três reis magos, a fim de trilhar sua evolução espiritual, guiado pela estrela. A manjedoura é o corpo, onde nasce esse princípio crístico a fim de convidar o cristão a metanoia, a transformação do seu ser, mais que apenas seguir símbolos exteriores e ritos. E a vida de Jesus é reencenada fisiologicamente e espiritualmente em cada um.
 
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Assim observamos que os três reais magos representam mais que nações seguindo Cristo, mas que mostram o que há em cada um, e o que houve de transformação dos astros e do corpo humano, no caminho da evolução que leva até o retorno ao Pai, ou a Deus. Isso mostra que o homem é mais que um animal racional, mas sim imagem e semelhança de Deus, e que Jesus mostrou e provou essa qualidade, no seu nascimento para a salvação, a que todos agora comemoramos. Para tanto, que a estrela e a luz nos guie nesse mês de milagres, a fim de que possamos renovar-nos com alegria e esperança. E que imitemos Cristo e tenhamos ele dentro de nós, nascido na manjedoura de nosso corpo.

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